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Qual a melhor máquina de cartão de crédito? Essa é uma pergunta que nem o Google soube me responder.

Pesquisei em diversos locais, sites, blogs e das duas uma: ou ninguém se interessa por esse assunto, ou a Cielo domina o mercado de tal forma que nenhuma outra empresa sobreviveu.

O fato é que só encontrei publicidade da máquina Cielo e isso me frustou um pouco. Afinal, não é possível que eles sejam a única opção.

Então resolvi pesquisar eu mesma e fazer um post para pessoas com dúvidas como eu.

Pra começar, para adquirir uma máquina de cartão, os documentos vão variar segundo o seu tipo de empresa. Segundo o site do SEBRAE

O EMPREENDEDOR INDIVIDUAL DEVE APRESENTAR:
– Certificado do Empreendedor Individual;
– Documentos pessoais RG e CPF;
– Comprovante de endereço;
– Inscrição Estadual (se solicitado pelo banco);
– Inscrição Municipal (se solicitado pelo banco);
– Declaração Anual do Empreendedor Individual – DASN;
– DECORE – declaração de comprovação de renda (se solicitado pelo banco);

PARA MICRO E PEQUENA EMPRESA SÃO NECESSÁRIOS:
1º – Contrato social e suas alterações;
2º – Cartão atualizado de CNPJ;
3º – Inscrição Estadual (se solicitado pelo banco);
4º – Inscrição Municipal (se solicitado pelo banco);
5º – Todas as licenças e certidões de órgãos reguladores da atividade da empresa;
6º – Declaração de faturamento real dos últimos 12 meses;
7º – Balanço patrimonial, balancetes e demonstrativos de resultado; Declaração de imposto de renda do ultimo exercício.

Mas o que interessa para gente são as taxas. E pelo que vi, as duas maiores empresas de cartão, Redecard e Cielo, mantem um padrão de cobrança.

São cobradas a seguintes tarifas:

  • Taxa de adesão;
  • Taxa de aluguel do POS;
  • Taxa de desconto sobre as transações que variam segundo a tabela abaixo:

Débito varia entre: 1,5% a 2,5%.
Crédito à vista varia entre: 2,5% a 3,5%
Crédito parcelado em média: 4,5%
Alimentação e refeição varia entre 6% a 10%

O importante é saber que a adesão e o aluguel são negociáveis. Portanto conversando com gerente do seu banco da até para anular essas taxas. Dependendo, obviamente, do seu nível de transações financeiras.

Mas quem não quer seguir os métodos tradicionais e possui um smartphone há, atualmente, algumas opções de dispositivos que adaptam seu celular para que ele funcione como uma máquina de cartão de crédito e débito.

Confiram aqui algumas opções:

UNIPAY – https://www.unipay.com.br/

PAGCOM – http://pagcom.net/

PASEGURO – https://pagseguro.uol.com.br/venda-pelo-celular/#rmcl

PAGBOM – http://aceite-cartoes.com/?aspid=7ad0104eaf2e06bfde7e7822514af8e8

PAYPAL – https://www.paypal.com/br/webapps/mpp/escolher-paypal-vender

Resumindo, não há uma melhor opção. Há boas opções para cada tipo de empresa.

  • Se você não tem empresa formal, acredito que a melhor opção seja a do celular adaptado para máquina de cartão. Através de um dos exemplo acima. Exige menos burocracia.
  • Se sua empresa possui grandes lucros e rotação de dinheiro, eu optaria pelas máquinas de cartão normais que sejam filiadas ao seu banco de costume. Assim facilita a negociação com o gerente para determinar as taxas e tarifas de manutenção melhores para você.
  • Porém se a sua empresa não apresenta grandes giros financeiros, sugiro que seja analisada cada uma das opções. Pois o valor das taxas deve ser o ideal para o seu negócio. Então pode ser que compense pagar mensalidades mais altas em troca de taxas mais baixas ou vice-versa.

Nesse caso vai depender da sua demanda e do seu contingente de negociações.

Então converse no seu banco e com seu gerente e exponha a situação da sua empresa. Nesse caso, cada caso é um caso! hehe.

E se vocês ainda tiverem mais alguma dúvida sobre o assunto, não hesitem em comentar, questionar e dar suas dicas para nosso blog. 🙂

E BOA SORTE PRA GENTE!

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