Mais um capítulo na história da minha vida financeira.

Casa nova, cidade nova, emprego novo, tudo isso significa uma vida nova recheada de mudanças e novas experiências. Mas por outro lado, isso também significa novos gastos.

Chegando no meu novo apartamento, que agora pagarei sozinha e não mais dividido entre amigas de república, acabei percebendo que existiam mais gastos do que eu havia previsto. Ou seja, mais um erro de planejamento que eu deveria ter imaginado.

Eu me imaginei mobiliando a casa e comprando enfeites que tornassem meu lar mais amigável, mas o fato é que existem pequeno concertos que são imprescindíveis e afetam fortemente o orçamento. Como exemplo eu tenho a limpeza do apartamento (que resolvi fazer sozinha para evitar o gasto). Mas algumas coisas eu não me arrisco a fazer porque implicariam em maiores gastos futuros como a instalação do chuveiro, a troca das fechaduras, a instalação dos aparelhos eletrônicos, a instalação de net, telefone e etc.

Assim, somando os gastos não previstos aos que eu ja tinha me preparado, como a mobília da casa, me vi diante de um despesa astronômica. E aí veio a opção de pagamento a prazo. Várias parcelas a perder de vista que me tirariam do sufoco pelo menos por agora. Mas será que essa opção vale a pena?

O site Mundo Educação me mostrou que NÃO. Caso você não tenha o dinheiro para pagar a vista talvez valha a pena inclusive um empréstimo. Falar em empréstimo é meio assustador, mas na real a conta é muito simples:

O pagamento a prazo acresce muito ao valor do produto e na maioria das vezes manter o dinheiro na poupança não vai lhe render nem metade do valor dos juros. Na mesma proporção os produtos vendidos a vista, geralmente possuem como atrativo um belo desconto. Assim, você ja se livra da dívida e não precisará se preocupar com ela no futuro, pagará menos do que o valor normal do produto e ainda não ficará preso a dividas que se acumulam muito em razão dos altos juros.

Assim, devemos seguir o que diz Stephen Kanitz:

“Se pudéssemos, eu proporia um décimo primeiro mandamento: “Jamais comprarás a prazo”.”

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