Essa semana precisei fazer uma consulta com um oftalmologista. O excesso de tempo em frente a computadores, TV, lendo livros e etc, chegava a me dar dores de cabeça e uma consulta foi a solução que encontrei. Chegando lá senti na pele o que sentem vários doentes pelo país.

Sem um plano de saúde (pois o meu, dependente do meu pai, foi cancelado quando completei 24) fui obrigada a aguardar horas até ser atendida. Acredito realmente que com o plano meu atendimento seria mais eficiente. Foi quando comecei a pensar se valeria ou não a pena adquirir um plano.

As taxas de cada plano variam de acordo com cada marca, idade do contratante e região do convênio.

E os preços variam muito!

Mas no fim das contas e depois de pesquisar muito, percebi que SIM! É um bom negócio investir em um plano. Você só precisa escolher o melhor para sua condição financeira.

Alguns convênios oferecem até uma opção onde a mensalidade é mais barata e em troca o usuário paga pequenas taxas a cada vez que usa o convênio.

Esse foi o plano que escolhi. E agora vou inserir essa despesa operacional na minha lista de passivos.  Planejando a minha vida financeira e separando os ATIVOS dos PASSIVOS será possível pagar o plano e garantir que surpresas médicas não comprometam todo meu em contas a orçamento

Aí vai uma dica de subcategorias dos ATIVOS e PASSIVOS:

ATIVOS:

  1. Contas a receber
  2. Investimentos financeiros
  3. Recebimentos extraordinários
  4. Ativos de longo prazo (aplicações com resgate superior a um ano)
  5. Ativos permanentes (bens adquiridos como imóveis)

PASSIVOS

  1. Despesas operacionais (gastos fixos, como o plano de saúde)
  2. Exigível no curto prazo (dinheiro gasto em prestações em até um ano)
  3. Reserva de capital (para eventualidades)
  4. Despesas extraordinárias (dinheiro para o supérfluo)
  5. Passivos de longo prazo (Financiamentos com vencimento superior a um ano)

O site SEGURO SAÚDE possui várias dicas sobre plano, vale a pena conferir.

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